Após repercussão, Igreja Lagoinha se posiciona e descarta envolvimento em apurações nacionais
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Em nota oficial, denominação diz que não é investigada, descarta relação institucional e reforça compromisso com a legalidade.
A Igreja Batista da Lagoinha divulgou uma nota oficial nesta quinta-feira (15/01/2026) negando qualquer ligação institucional com a Operação Compliance Zero da Polícia Federal e com a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que apura fraudes no INSS.
No comunicado, a igreja afirmou que não há evidências, indícios ou comprovações de que a instituição tenha sido utilizada em qualquer esquema ou prática irregular investigada.
A nota também informa que a igreja pretende acionar a Justiça para proteger sua imagem, adotando medidas jurídicas cabíveis contra o que considera acusações falsas ou infundadas.
Sobre o pastor envolvido e a investigação
O pastor Fabiano Campos Zettel, que foi preso pela PF na operação relacionada ao Banco Master ao tentar viajar para Dubai, a igreja reforçou que ele não exercia função oficial desde novembro de 2025.
Medidas jurídicas
Diante da repercussão e da disseminação de informações consideradas falsas ou distorcidas, a igreja informou que seu departamento jurídico já está avaliando medidas judiciais cabíveis, com o objetivo de preservar a imagem da instituição, de seus fiéis e de sua liderança, reiterando o compromisso com a legalidade, a transparência e a ética.
Posicionamento institucional
A Igreja Batista da Lagoinha finaliza o comunicado reafirmando sua missão religiosa e social, lembrando que atua há décadas no Brasil e no exterior em projetos de assistência social, evangelização e apoio comunitário, sempre respeitando a legislação vigente.
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