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2003. O ano em que a história virou página e começou um novo capítulo do Brasil.

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2003. O ano em que a história virou página e começou um novo capítulo do Brasil.
Imagem da Rede Social

Esta imagem carrega mais do que um gesto com a mão. Ela carrega confiança, lealdade e uma amizade forjada na luta. De um lado, Luiz Inácio Lula da Silva, recém-empossado presidente da República. Do outro, Mário Milani, jornalista, publicitário, intelectual orgânico da esquerda brasileira, criador do gesto L, símbolo que antecedeu palavras e discursos, e ajudou a comunicar um projeto de país.

Mário Milani não esteve ao lado de Lula por conveniência. Esteve por convicção. Desde os primeiros passos do PT, nas assembleias, nos comícios, nas caminhadas anônimas e nas grandes multidões, Milani trabalhou incansavelmente na construção da imagem, da linguagem e do simbolismo que transformaram um operário em líder nacional. Ajudou a traduzir ideias complexas em gestos simples. A transformar esperança em narrativa. A dar forma pública a um sonho coletivo: eleger um presidente trabalhador, do povo, para o povo.

A amizade entre Mário e Lula nasce da confiança mútua e do compromisso com os mesmos ideais. Nunca fraquejaram. Nunca desistiram. Quando o caminho parecia impossível, permaneceram. Quando vieram as derrotas, insistiram. Quando a vitória chegou, ela não foi individual — foi histórica.

Figuras como Mário Milani, ao lado de dezenas de intelectuais, artistas, jornalistas e militantes da esquerda brasileira, foram fundamentais para que Lula se tornasse o que é hoje: um líder carismático, popular, respeitado internacionalmente e profundamente enraizado na história do Brasil.

Esta foto não é apenas memória.

É testemunho.

De uma amizade verdadeira.

De uma lealdade rara.

E de uma história construída sem medo, sem recuo e sem nunca desistir.

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