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Alcolumbre decide não interferir em votação da CPMI do INSS Comissão aprovou quebra de sigilo de filho do presidente Lula

Edição: Bianca Paiva / Rafael Guimarães

Alcolumbre decide não interferir em votação da CPMI do INSS Comissão aprovou quebra de sigilo de filho do presidente Lula
Alcolumbre decide não interferir em votação da CPMI do INSS Comissão aprovou quebra de sigilo de filho do presidente Lula (Foto: Reprodução)

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, decidiu, nesta terça-feira (3), não interferir no processo de votação da CPMI do INSS, que, na semana passada, aprovou em bloco 87 requerimentos, incluindo a quebra de sigilo do filho do presidente Lula Fábio Lula da Silva por suposto envolvimento com pessoas que teriam fraudado o pagamento associativo no INSS.

A bancada do governo buscava anular a decisão a CPMI, alegando que teria maioria simples para rejeitar todos os requerimentos. Mas Alcolumbre, apoiado por parecer da Advocacia do Senado, afirmou que o regimento determina que, na votação simbólica, o que valeria seria o quórum de todos os parlamentares que registraram presença na CPMI e não apenas os que estavam presentes no momento da votação.

“Ainda que se considere que o presidente da CPMI se equivocou na contagem daqueles que se levantaram contra os requerimentos, o número de votantes contrários demonstrado pelos autores não seria suficiente para ganhar a deliberação. Diante deste quadro, esta presidência conclui que a suposta violação das normas regimentais e constitucionais pelo presidente da CPMI do INSS não se mostra evidente e inequívoca”, destacou Alcolumbre.

Para ter maioria para derrubada dos requerimentos, seriam necessários 16 dos 31 parlamentares que registraram presença. Os parlamentares governistas haviam contabilizado 14. Com a decisão do presidente do Senado, continuam válidos todos os requerimentos aprovados pela CPMI.

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Bianca Paiva / Rafael Guimarães

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