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Casal encontrado morto em apartamento de BH: o que se sabe

Vídeos mostram suspeita saindo e entrando de prédio onde casal foi morto a facadas O advogado Cláudio Atala Inácio, de 75 anos, e a esposa dele, Maria Cloti...

Casal encontrado morto em apartamento de BH: o que se sabe
Casal encontrado morto em apartamento de BH: o que se sabe (Foto: Reprodução)

Vídeos mostram suspeita saindo e entrando de prédio onde casal foi morto a facadas O advogado Cláudio Atala Inácio, de 75 anos, e a esposa dele, Maria Clotilde Moreira Maciel Atala Inácio, de 76, foram encontrados mortos no apartamento onde moravam, no bairro São Pedro, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte, na última terça-feira (30). A principal suspeita do crime é Paola Stefany Neto Cirino, de 30 anos, que havia sido indicada por um familiar da idosa para trabalhar na casa do casal como diarista. Veja abaixo, a partir dos pontos abaixo, o que se sabe sobre o caso: Como o crime foi descoberto? Como as vítimas foram mortas? Quem é a suspeita identificada? A suspeita foi presa? O que as investigações apontam até agora? Qual foi a motivação e a dinâmica do crime? A arma do crime foi encontrada? Quais os próximos passos da investigação? Quem eram as vítimas? Como o crime foi descoberto? Cláudio Atala e Maria Clotilde Maciel foram encontrados mortos pelo filho, de 45 anos, na tarde de terça-feira. Ele disse à Polícia Militar (PM) que não tinha notícias dos pais desde as 10h de segunda-feira (29) e, como não conseguia contato com eles por telefone, decidiu ir até o apartamento. Quando chegou ao local, na Rua Padre Severino, no bairro São Pedro, encontrou os dois sem vida. Como as vítimas foram mortas? De acordo com o boletim de ocorrência, o corpo de Maria Clotilde estava na sala, e o de Cláudio, no quarto. Um familiar do casal disse que eles foram esfaqueados. O advogado foi vítima de 17 golpes, e a esposa, atingida sete vezes. A perícia concluiu que o crime ocorreu, possivelmente, na tarde de segunda-feira (29). Quem é a suspeita identificada? A suspeita do crime é Paola Stefany Neto Cirino, de 30 anos. Câmeras de segurança registraram a chegada dela ao prédio, por volta das 7h30, e a saída, oito horas depois (veja vídeo no início da reportagem). O vídeo da chegada mostra a mulher tocando o interfone. Ela usava uma blusa de frio estampada com a bandeira dos Estados Unidos, uma calça e um sapato branco e carregava uma bolsa. Já as imagens da saída, registradas por volta das 15h30, mostram a suspeita com outra blusa. Além de uma bolsa, ela carregava duas sacolas grandes. Uma das sacolas pertencia à Maria Clotilde, segundo o filho da idosa. Segundo a Polícia Civil, após deixar o prédio, Paola descartou uma blusa suja de sangue e uma bolsa numa caçamba em uma rua paralela à do edifício e, depois, entrou em um carro que estava à espera dela. Câmeras de segurança também filmaram essa ação (veja no vídeo abaixo). Vídeo mostra suspeita de matar idosos jogando objetos em caçamba A suspeita foi presa? Não. De acordo com o boletim de ocorrência, a PM foi ao endereço da mulher, em Ribeirão das Neves, na Grande BH, mas ela não foi encontrada. Uma tia de Paola disse aos policiais que a sobrinha chegou em casa na segunda-feira, por volta das 19h, com uma mochila que disse ter ganhado e acompanhada do filho. De acordo com a familiar, na manhã de terça-feira, Paola juntou os pertences dela e do filho, de 6 anos, e falou que iria viajar com menino para o Espírito Santo e, depois, que ficaria em um hotel. O que as investigações apontam até agora? A suspeita teria sido indicada para trabalhar na casa dos idosos como diarista por um primo de Maria Clotilde. Esta foi a primeira vez da mulher na residência das vítimas. O caso é investigado como latrocínio, porque a gaveta de semijoias do apartamento foi arrombada, e os celulares dos idosos foram levados. Os aparelhos foram recuperados pela Polícia Civil nesta quarta-feira (1º), em Vespasiano, na Grande BH. Segundo as investigações, após deixar o prédio, a mulher teria ido ao Centro de Belo Horizonte para tentar vender alguns dos pertences roubados. Qual foi a motivação e a dinâmica do crime? Segundo a Polícia Civil, o crime ocorreu entre 12h30 e 15h, porque, por volta das 12h25, o advogado chegou a conversar por telefone com um parente. A polícia ainda não sabe como os assassinatos ocorreram. Há possibilidade de que as vítimas estivessem dormindo quando as agressões começaram ou de que a suspeita tenha sido flagrada pelo casal furtando algum pertence. As investigações também ainda não concluíram qual foi a motivação do crime. O que a polícia já levantou é que Paola enfrentava dificuldades financeiras e tinha dívidas com agiotas. A arma do crime foi encontrada? Não, a faca que a suspeita teria utilizado no crime não foi localizada. Quais os próximos passos da investigação? O principal objetivo da Polícia Civil é localizar Paola. A instituição também vai investigar se outras pessoas participaram do crime de alguma forma e qual o envolvimento do motorista do carro em que a suspeita embarcou no caso. O veículo ficou cerca de 15 minutos à espera da mulher. Quem eram as vítimas? Cláudio Atala Inácio era advogado com mais de 40 anos de experiência. Ele atuava principalmente nas áreas de direito empresarial e trabalhista e era sócio-fundador de um escritório de advocacia em Belo Horizonte. A esposa dele, Maria Clotilde Moreira Maciel Atala Inácio, era empresária. Vítimas foram identificadas como o advogado Cláudio Atala Inácio, de 75 anos, e a companheira dele, Maria Clotilde Moreira Maciel Atala Inácio, de 76 Reprodução/Redes sociais INFOGRÁFICO: Veja detalhes sobre assassinato de casal em apartamento de luxo de BH Arte g1 LEIA TAMBÉM: Condenado por mandar matar servidora do MPMG volta a presídio após ter prisão domiciliar revogada Prefeitura de Betim confirma morte de idoso da etnia Warao e diz que nove indígenas estão internados na rede pública Vídeos mais vistos no g1 Minas:

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