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Dia do Professor: adoecimento no local de trabalho preocupa categoria CNTE cobra políticas para melhorar a saúde do professor no Brasil

Dia do Professor: adoecimento no local de trabalho preocupa categoria CNTE cobra políticas para melhorar a saúde do professor no Brasil

Edição: Roberto Piza / Liliane Farias

2 anos atrás Default
Crime ambiental: governo envia nesta terça (15) PL que endurece penas Proposta será entregue pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública

Crime ambiental: governo envia nesta terça (15) PL que endurece penas Proposta será entregue pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública

Um projeto de lei que endurece as penas para quem provoca incêndio ambiental deve ser entregue pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública nesta terça-feira (15). A proposta deve ser encaminhada pelo titular da pasta, ministro Ricardo Lewandowski. A informação foi dada, nesta segunda-feira, pelo ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha. O responsável pelas relações institucionais do governo deu a declaração depois de se reunir com o presidente Lula, e outros ministros e líderes do governo no Congresso. O encontro é comum nas segundas-feiras, e ocorre no Palácio do Planalto. No início de outubro, Lewandowski anunciou o envio do PL que aumenta a punição para crimes ambientais, a exemplo de queimadas intencionais, desmatamento e garimpo ilegal. Entre as propostas está a mudança nas penas, que passariam de detenção para prisão em regime fechado. Alexandre Padilha também citou que a Polícia Federal já abriu mais de 80 inquéritos para investigar queimadas pelo país. Dados da organização MAPBIOMAS mostram que entre janeiro e setembro deste ano, mais de 22 milhões de hectares foram queimados, área do mesmo tamanho do estado de Roraima. Quase metade dessas queimadas ocorreu no mês de setembro. Edição: Bianca Paiva / Fran de Paula

2 anos atrás Default
Mais de 530 mil pessoas ainda estão sem energia em São Paulo Enel tem 3 dias para restabelecer energia

Mais de 530 mil pessoas ainda estão sem energia em São Paulo Enel tem 3 dias para restabelecer energia

O governo federal deu três dias de prazo para que a concessionária Enel restabeleça a maior parte da energia em São Paulo, afetada pelo apagão que aconteceu depois do temporal que caiu na noite da última sexta-feira (11). Foi o que informou, nesta segunda-feira (14), o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. Para o ministro, a Enel precisa de mais pessoas nas ruas para restabelecer o funcionamento do serviço em casos como este. A queda de energia afetou mais de dois milhões de clientes na capital paulista e na região metropolitana. E até a manhã desta segunda, mais de 530 mil clientes continuavam sem eletricidade, segundo boletim da própria empresa. O trânsito também foi afetado. Pela manhã, 135 semáforos ainda estavam apagados em ruas e avenidas. A concessionária Enel faz desde 2018 a distribuição de energia em São Paulo. O ministro afirmou que a pasta vai agir com firmeza para cobrar a empresa sobre a qualidade dos serviços. Mas ressaltou que existe um contrato e que, por isso, não é simples retirar a concessão de um serviço desse porte. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, defende a retirada da Enel do serviço. Em sua página no X, Tarcísio escreveu que o processo para caducidade da concessão da Enel deveria ser aberto imediatamente pelas autoridades federais. A concessionária também foi notificada pelo Procon paulista nesta segunda-feira. A empresa precisa dar explicações, no prazo de 48 horas, sobre as medidas de emergência adotadas para retomar o fornecimento de energia. A Enel informou que trabalha para restabelecer o serviço e que as equipes em campo foram reforçadas. Além disso, a empresa disse que está recebendo o apoio de outros grupos de distribuição de energia. Edição: Bianca Paiva / Liliane Farias

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Lula diz querer incorporar melhorias no Minha Casa, Minha Vida

Lula diz querer incorporar melhorias no Minha Casa, Minha Vida

Ao entregar quase 1,3 mil apartamentos do programa Minha Casa, Minha Vida, em Fortaleza, Ceará, o presidente Lula disse, nesta sexta-feira (11), que quer incorporar melhorias aos conjuntos habitacionais. E mencionou o ministro Jader Filho, que está à frente da pasta das Cidades. Os 1.296 apartamentos do programa estão distribuídos em 81 blocos de quatro andares. Os investimentos para o empreendimento Cidade Jardim I, passaram dos R$ 115 milhões. O conjunto habitacional entregue às famílias, nesta sexta, tem biblioteca. É uma sugestão do próprio presidente, implantada com recursos do programa Zona Viva, do governo do Ceará. Edição: Nádia Faggiani/Sumaia Villela

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Flávio Dino mantém suspensos os pagamentos de emendas parlamentares A decisão veio após uma audiência de conciliação sobre o tema

Flávio Dino mantém suspensos os pagamentos de emendas parlamentares A decisão veio após uma audiência de conciliação sobre o tema

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), manteve a suspensão do pagamento de emendas parlamentares RP8 e RP9, que são as emendas de comissão e de relator ao orçamento, chamadas de "orçamento secreto". A decisão veio depois de uma audiência de conciliação entre representantes do Congresso e do Executivo. O ministro entendeu que o Legislativo não apresentou "informações específicas, completas e precisas" para comprovar que cumpriu a decisão do STF de acabar com o orçamento secreto. Na audiência de conciliação, Flávio Dino destacou que o Legislativo se limitou a apontar soluções que virão num projeto de lei complementar que nem começou a tramitar ainda e que não disse quais parlamentares deixaram de prestar informações sobre esses repasses. Já o Executivo informou que 56% das emendas não foram identificadas e que o governo não consegue garantir a precisão dos dados até o Legislativo disponibilizar as informações. Na decisão, o ministro entendeu, então, que a liberação das emendas não vai ocorrer enquanto medidas de transparência e de rastreabilidade dos recursos não forem adotadas plenamente pela Câmara e pelo Senado. Falou, inclusive, em “carências no cumprimento das determinações judiciais” e que, com isso, o restabelecimento da execução dessas emendas continua “inviável”. Desde dezembro de 2022, o STF entendeu que as emendas chamadas de RP8 e RP9 são inconstitucionais. Depois disso, o Congresso aprovou uma resolução mudando as regras. O PSOL entrou no Supremo alegando descumprimento dessa decisão. E em agosto deste ano o ministro Flávio Dino determinou então a suspensão das emendas, mandou a Controladoria Geral da União (CGU) auditar os repasses e determinou também que fossem adotadas medidas de transparência e de rastreabilidade. Assunto que deverá ser levado à plenário, segundo o ministro Dino, assim que os dados forem apresentados. Edição: Ana Lúcia Caldas / Rilton Pimentel

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