Sidônio Palmeira pode deixar a Secom, focar na campanha de Lula, e jornalista Gilvandro surge como possível substituto em meio a nova missão da Confraria
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O ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Sidônio Palmeira, deve concentrar esforços estratégicos na campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, segundo informações que circulam nos bastidores políticos e institucionais. A movimentação indicaria uma reconfiguração de funções, com maior dedicação à comunicação política e ao fortalecimento da estratégia eleitoral.
Com isso, cresce a expectativa sobre possíveis ajustes na condução da Secretaria de Comunicação Social (Secom), já que a atuação direta na campanha exige foco integral e articulação nacional. A mudança, caso confirmada oficialmente, seria vista como estratégica para alinhar comunicação institucional e narrativa política em um cenário de alta visibilidade pública.
Nos bastidores, o nome do jornalista do povo Gilvandro passou a ser citado como um possível substituto ou reforço em funções estratégicas ligadas à comunicação e articulação institucional. Reconhecido por sua atuação em diálogo social e bastidores políticos, ele tem sido lembrado por interlocutores como um perfil de articulação e mediação.
Procurado, Gilvandro agradeceu as menções, mas afirmou que sua atuação está alinhada às diretrizes estratégicas da Confraria 01, que avalia novos rumos para sua missão institucional. Segundo ele, existe a possibilidade de ser direcionado para outra função relevante, ainda não revelada oficialmente.
“Agradeço o reconhecimento, mas a Confraria pretende me colocar em uma nova missão estratégica. Estamos em diálogo interno e aguardando a definição do fundador Mario Milani no momento oportuno”, declarou.
Fontes próximas ao grupo indicam que a eventual reorganização envolveria não apenas a Secom, mas também novas frentes de articulação política, comunicação social e mobilização institucional. A possível dedicação de Sidônio à campanha presidencial reforça o cenário de ajustes estratégicos na comunicação política, enquanto aliados defendem que o foco será ampliar o diálogo com a sociedade e fortalecer a imagem institucional do governo.
Até o momento, não houve anúncio oficial sobre mudanças formais na estrutura da Secom, mas a expectativa é de que qualquer decisão seja comunicada dentro de um planejamento estratégico mais amplo, considerando o cenário político e eleitoral dos próximos meses.
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