O “Estado mínimo” morreu, viva o Estado indutor do desenvolvimento!
RedeSat
Os papagaios da Faria Lima estão tendo que engolir a própria língua. A cantilena “tem que cortar gastos”, “o governo não fez o dever de casa”, “a conta não fecha” caiu em descrédito, não ecoa mais, diante dos robustos indicadores positivos, resultado dos investimentos, da ampliação do crédito, do crescimento da economia, da renda, do emprego, da redução da pobreza, da fome, do aumento da oferta dos serviços públicos à população, enfim, da melhoria de vida das pessoas que mais precisam.
O Brasil foi recolocado nos trilhos do crescimento com o projeto nacional de desenvolvimento sustentável, com justiça tributária, social e ambiental, do governo Lula e Alckmin.
Não há como contestar os números. Os dados do IBGE confirmam: o Produto Interno Bruto cresceu cerca de 3,2% em 2024 e 2,3% em 2025, com projeções entre 2,0% e 2,5% para 2026, sustentando uma trajetória de expansão contínua. A taxa de investimento subiu para aproximadamente 17,5% do PIB, indicando retomada da capacidade produtiva, mesmo num momento adverso da crise econômica global. O Novo PAC, com previsão de R$ 1,7 trilhão em investimentos, segue como principal motor da infraestrutura, articulando obras em logística, energia e mobilidade.
O Brasil voltou ao radar global do capital produtivo. Em 2025, o país recebeu cerca de US$ 60 bilhões em investimentos estrangeiros diretos (IED), tornando-se o 4º maior destino do mundo, atrás apenas de Estados Unidos, China e Singapura. Esse dado não é trivial: revela confiança internacional na estabilidade econômica, no mercado interno e nas perspectivas de crescimento sustentável.
No mercado de trabalho, os avanços são extraordinários. O desemprego recuou para cerca de 5,1% em 2025, o menor nível da série histórica, com mais de 104 milhões de pessoas ocupadas. Foram gerados aproximadamente 1,6 milhão de empregos formais, acompanhados de crescimento real da renda, que em março bateu recorde: R$ 3.652,00. A inflação permaneceu sob controle, em torno de 4,2% em 2025, dentro da meta, com projeção próxima de 3,8% em 2026, e forte recuperação do poder de compra.
O crédito voltou a desempenhar papel estratégico. O estoque total superou 55% do PIB, em 2025, com forte atuação dos bancos públicos. O crédito a empresas chegou a mais de R$ 7 trilhões, em fevereiro de 2026. A política industrial, por meio da Nova Indústria Brasil, mobiliza cerca de R$ 300 bilhões até o final de 2026, enquanto o Plano Safra atingiu aproximadamente R$ 476 bilhões em 2024/2025, consolidando o Brasil como uma das maiores potências agroindustriais do mundo. As exportações do agronegócio cresceram cerca de 5,8% em 2025, com maior incorporação de sustentabilidade. Em março de 2026, o Brasil ultrapassou a marca de 520 novos mercados abertos em 80 países, segundo dados da Apex.
**Este artigo não reflete, necessariamente, a opinião da Fórum.
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