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Enteado é condenado a mais de 18 anos de prisão por matar madrasta na véspera do Natal

Enteado é condenado por matar madrasta em Jataí Um homem foi condenado a 18 anos e nove meses de prisão por ter matado a madrasta, Sheila Regina Oliveira Lim...

Enteado é condenado a mais de 18 anos de prisão por matar madrasta na véspera do Natal
Enteado é condenado a mais de 18 anos de prisão por matar madrasta na véspera do Natal (Foto: Reprodução)

Enteado é condenado por matar madrasta em Jataí Um homem foi condenado a 18 anos e nove meses de prisão por ter matado a madrasta, Sheila Regina Oliveira Lima, que tinha 46 anos à época, com 13 tiros. O crime ocorreu em dezembro de 2011, em Jataí, no sudoeste de Goiás. Segundo apuração da TV Anhanguera, Vinícius Almansa Garcia, que aguardava o julgamento em liberdade, saiu preso do fórum para o cumprimento imediato da pena. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp O julgamento, que chegou a ser adiado por duas vezes, durou mais de 20 horas. A sessão teve início na quinta-feira (23) e foi encerrada na manhã desta sexta-feira (24) com a leitura da sentença. Em nota à TV Anhanguera, a defesa de Vinícius afirmou acreditar que o julgamento foi marcado por ilegalidades que comprometeram a regularidade da sessão e informou que apresentará os recursos cabíveis. A defesa também reafirmou respeito à memória da vítima e disse confiar na Justiça. De acordo com a apuração da TV Anhanguera, Sheila e Vinícius tinham uma relação conturbada. No dia do crime, após um desentendimento, o enteado buscou uma arma no quarto e efetuou os disparos contra a madrasta, que descansava no sofá da residência. LEIA TAMBÉM: Professora morta pelo ex ao sair de igreja tinha medida protetiva contra ele após ameaça e lesão corporal, diz polícia Padrasto de adolescente autista mantido acorrentado a sofá é preso suspeito de maus-tratos Mulher é morta a facadas pelo ex-marido na frente das filhas em Itumbiara, diz polícia Vinícius Almansa Garcia foi condenado a 18 anos e 9 meses de prisão por matar a madrasta Sheila Regina Oliveira, em Jataí. Reprodução/TV Anhanguera Família aguardava desfecho Em entrevista à TV Anhanguera, Simone Oliveira Gomes, irmã de Sheila, disse que a família esperou anos pelo desfecho do caso. Segundo ela, a condenação representa o encerramento de um ciclo de sofrimento. "É o sentimento de um velório que não terminou, de um caixão que não se fechou. Aguardamos que a Sheila siga em paz e a família siga a vida honrando a memória dela", desabafou. 📱 Veja outras notícias da região no g1 Goiás. VÍDEOS: últimas notícias de Goiás

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